Faz pouco tempo, o Papa Bento XVI levantou as excomunhões dos bispos sagrados de modo ilícito por D. Lefrebve. Uma grande notícia para a Igreja, é verdade. Mas o ponto que quero comentar é outro. Refere-se à posição agressiva da mídia e de certos grupos judeus, denotando uma má vontade com relação à Igreja Católica.
Um dos bispos cuja excomunhão foi levantada, D. Williamson, costuma dar declarações de arrepiar os cabelos. Não vou aqui defendê-lo, pois discordo radicalmente de muitas de suas posições, especialmente no tocante ao papel da mulher – que ele resume em ter filhos e acha um absurdo que mulheres estudem em Universidades. Isso é um exemplo, é melhor deixar o resto pra lá. A questão polêmica da vez é sobre o Holocausto.
Em entrevista à TV sueca, ele reiterou algumas posições de artigos anteriores sobre o tema. Elas são: negação da existência de câmaras de gás e afirmação de que o número de judeus mortos oscila entre 200 e 300 mil. Ou seja, vinte vezes menos do que os dados oficiais. A própria natureza polêmica das declarações deveria fazer com que um pastor de almas não as emitisse em público, em um programa de TV. Que ele tenha essas opiniões – questionáveis, aliás – em privado está muito bem. Declarar isso em público é algo incompreensível.
O fato é que a reação da imprensa é maldosa. Manchetes do tipo “Igreja reintegra bispo anti-semita que nega o Holocausto” denotam uma malícia ímpar. É uma campanha para atacar o Papa Bento XVI. Não podemos compactuar com isso. As declarações de D. Williamson, embora infelizes, não são anti-semitas nem nada disso: são politicamente incorretíssimas, quiçá temerárias.
Daí a atacar o Papa e a Santa Sé não passa de má fé, pura e simples.
***
Estarei fora, sem acesso, até o dia 15/02!
Um dos bispos cuja excomunhão foi levantada, D. Williamson, costuma dar declarações de arrepiar os cabelos. Não vou aqui defendê-lo, pois discordo radicalmente de muitas de suas posições, especialmente no tocante ao papel da mulher – que ele resume em ter filhos e acha um absurdo que mulheres estudem em Universidades. Isso é um exemplo, é melhor deixar o resto pra lá. A questão polêmica da vez é sobre o Holocausto.
Em entrevista à TV sueca, ele reiterou algumas posições de artigos anteriores sobre o tema. Elas são: negação da existência de câmaras de gás e afirmação de que o número de judeus mortos oscila entre 200 e 300 mil. Ou seja, vinte vezes menos do que os dados oficiais. A própria natureza polêmica das declarações deveria fazer com que um pastor de almas não as emitisse em público, em um programa de TV. Que ele tenha essas opiniões – questionáveis, aliás – em privado está muito bem. Declarar isso em público é algo incompreensível.
O fato é que a reação da imprensa é maldosa. Manchetes do tipo “Igreja reintegra bispo anti-semita que nega o Holocausto” denotam uma malícia ímpar. É uma campanha para atacar o Papa Bento XVI. Não podemos compactuar com isso. As declarações de D. Williamson, embora infelizes, não são anti-semitas nem nada disso: são politicamente incorretíssimas, quiçá temerárias.
Daí a atacar o Papa e a Santa Sé não passa de má fé, pura e simples.
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Estarei fora, sem acesso, até o dia 15/02!
