Os brasileiros possuem algumas peculiaridades com relação aos demais povos, que não são comentadas nem em “Casa Grande e Senzala”, nem em “Raízes do Brasil”, nem em nenhuma outra obra do estilo. Isso ocorre pois a “Lei de Gerson” e outras características importantes de nosso povo passaram despercebidas por antropólogos, historiadores e ‘intelequituais’ (no melhor estilo Leonardo Boff). Vamos aos fatos.
A Super(des)interessante fez uma matéria, uns anos atrás, para malhar a Igreja... digo, para ‘investigar’ aspectos da história eclesiástica. Pois bem, o tema da vez era a história do papado. E foram consultados teólogos de ‘renome’. Em primeiro lugar, o brasileiro Boff, mas houve até convidado internacional: Hans Küng. Fala sério: poucos lugares no mundo devem ter o ‘privilégio’ de ter acesso aos palpit... digo, opiniões de tão renomados teólogos!
No final da década de 70 houve um simpósio na USP para comemorar os 100 anos do nascimento de Einstein. E a principal palestra era, obviamente, do maior físico brasileiro: César Lattes (inegavelmente um homem brilhante, merecia ter ganho o Nobel). E ele declarou: “Einstein cagou e sentou em cima” (sic!!!!!!!!!!!). Talvez tenha sido a mais original e inusitada homenagem a Einstein naquele ano.
Não poderia deixar de citar nosso presidente. Se Obama é formado em Harvard, Lula é formado pela vida. Que outro país tem a honra de ter seu governo capitaneado por uma pessoa cuja mãe nasceu analfabeta? Ou que desembarca em uma bela capital africana e declara, admirado: “Nem parece a África!”. Vai ver ele esperava ser recebido por leões e girafas, e sair cavalgando em uma zebra.
E, é claro, nosso maior motivo de orgulho: a seleção brasileira de futebol! A influência do futebol no país é tão grande que, daqui a pouco, as pendências judiciais serão resolvidas em uma partidinha rápida: dois vira, quatro acaba. Afinal, estamos no país do futebol (do inglês “football”, “foot”+”ball”, que é jogar bola com os pés)! Olá!
Afinal, o que esperar de um país de filósofos como Marilena Chauí e teólogos como Leonardo Boff? Aqui é o país dos 'intelequituais'!
A Super(des)interessante fez uma matéria, uns anos atrás, para malhar a Igreja... digo, para ‘investigar’ aspectos da história eclesiástica. Pois bem, o tema da vez era a história do papado. E foram consultados teólogos de ‘renome’. Em primeiro lugar, o brasileiro Boff, mas houve até convidado internacional: Hans Küng. Fala sério: poucos lugares no mundo devem ter o ‘privilégio’ de ter acesso aos palpit... digo, opiniões de tão renomados teólogos!
No final da década de 70 houve um simpósio na USP para comemorar os 100 anos do nascimento de Einstein. E a principal palestra era, obviamente, do maior físico brasileiro: César Lattes (inegavelmente um homem brilhante, merecia ter ganho o Nobel). E ele declarou: “Einstein cagou e sentou em cima” (sic!!!!!!!!!!!). Talvez tenha sido a mais original e inusitada homenagem a Einstein naquele ano.
Não poderia deixar de citar nosso presidente. Se Obama é formado em Harvard, Lula é formado pela vida. Que outro país tem a honra de ter seu governo capitaneado por uma pessoa cuja mãe nasceu analfabeta? Ou que desembarca em uma bela capital africana e declara, admirado: “Nem parece a África!”. Vai ver ele esperava ser recebido por leões e girafas, e sair cavalgando em uma zebra.
E, é claro, nosso maior motivo de orgulho: a seleção brasileira de futebol! A influência do futebol no país é tão grande que, daqui a pouco, as pendências judiciais serão resolvidas em uma partidinha rápida: dois vira, quatro acaba. Afinal, estamos no país do futebol (do inglês “football”, “foot”+”ball”, que é jogar bola com os pés)! Olá!
Afinal, o que esperar de um país de filósofos como Marilena Chauí e teólogos como Leonardo Boff? Aqui é o país dos 'intelequituais'!